quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cores


As cores da Primavera contrastam com o cinzento dos meus dias... e não vislumbro a luz ao fundo do túnel...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ups... 1 ano...


Por falar em blogues... lembrei-me, eu tenho uma coisa dessas... o meu Nessuno não tem novidades à mais de 1 ano!!! Entre animais, facebook, e stress do dia a dia... o blogue ficou para trás.
Vamos ver se voltamos a escrever... Porque já é Primavera outra x!!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Quando vier a Primavera

"Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim. .."

Alberto Caeiro

O outro lado




"A vida é um caminho de sombras e luzes. O importante é que se saiba vitalizar as sombras e aproveitar as luzes " Henri Bergson

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Welcome to the black parede.

Há uns dias atrás lembrei-me desta musica, e resolvi agora partilha-la, pena é que não consegui encontrar o vídeo original com a musica. A banda chamava-se My Chemical Romance.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Quando o sol se vai...





















O pôr do sol...
Ode ao amor, à paixão, ao calor, ao verão ( que está quase no fim, YES!!!)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ufffff !!!!!!!

Não consegui ficar indiferente a este vídeo, obrigada Daniel, por o teres enviado.
Parabéns a estas "moças", fantástico!!


terça-feira, 14 de julho de 2009

Suplicio de Tântalo !!!!



Damos por nós a usar expressões que, ou nunca soubemos o que queriam dizer, ou já não nos lembramos muito bem. Pois dei por mim hoje a usar esta, " Que suplicio de Tântalo", cá vai a explicação. (fonte: Wikipédia)


Na mitologia grega, Tântalo foi um mitológico rei da Frígia ou da Lídia, casado com Dione. Ele era filho de Zeus e da príncesa Plota.

Segundo outras versões, Tântalo era filho do Rei Tmolo da Lídia (deus associado à montanha de mesmo nome). Teve três filhos: Níobe, Dascilo e Pélope.

Certa vez, ousando testar a omnisciência dos deuses, roubou os manjares divinos e serviu-lhes a carne do próprio filho Pélope num festim. Como castigo foi lançado ao Tártaro, onde, num vale abundante em vegetação e água, foi sentenciado a não poder saciar sua fome e sede, visto que, ao aproximar-se da água esta escoava e ao erguer-se para colher os frutos das árvores, os ramos moviam-se para longe de seu alcance sob força do vento.

A expressão suplício de Tântalo refere-se ao sofrimento daquele que deseja algo aparentemente próximo, porém, inalcançável, a exemplo do ditado popular "Tão perto e, ainda assim, tão longe".